Tasca da Luz

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007

20º clube mais rico do mundo

Pois é, há muito que em conversas sobre bola com amigos venho dizendo que me agrada a forma como tenho visto crescer o clube naquela que me parece ser a mais acertada direcção, ou seja, crescer não à custa da venda de jogadores, mas sim à custa da venda da nossa grande marca Benfica, quer seja através da venda de camisolas, meias, bandeiras, relógios, ou até vinhos, o que interessa é explorar e tirar rendimentos dela. Esta política de merchandising pode não ser ainda a ideal, mas pelo menos aponta no caminho correcto, sempre que aliada aos bons desempenhos da nossa equipa, que para isso necessita de ter os melhores jogadores possíveis para que possa atrair cada vez mais publico, sócios, e consequentemente patrocínios publicitários ainda maiores, uma vez que estes são feitos em razão do número de pessoas que atinge.

A acompanhar o referido acima, parece-me também que estamos a apostar em gerar mais mercados, prova disso parece ser a contratação de jogadores jovens, tidos como futuras estrelas nos seus países. Estou-me a referir mais em particular aos casos de Kaz Patafta (Austrália) e Yu Dabao (China). Principalmente neste último, devemos apostar mais forte, uma vez que a china é um mercado poderosíssimo e em larga espansão. Esta é uma boa forma de gerar público, simpatizantes, quem sabe passar a vender os direitos de transmissões tb para a China, e num medio prazo vender também lá os nossos produtos.

O principal porem, reside em ultima análise ao sucesso desportivo, de preferência acompanhado de boas exibições. Assim se ganham audiências, só que para isso, lá está, é necessário manter os grandes jogadores por mais tempo, ao mesmo tempo que se contratam outros para aumentar a qualidade. Os jogadores que podemos vender nunca podem ser as estrelas, ou os pilares da equipa. Jogadores como Simão, Luisão, Léo, Nuno Gomes, Petit, Rui Costa, Karagunis, Katsouranis, Nélson, etc. não são vendáveis, e para não o serem, têm de ser bem remunerados, sendo que para isso, temos de expandir as receitas, para podermos, não só mantê-los, como também contratar mais e melhores, para aspirarmos cada vez a mais e melhores vitórias.

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